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Jolline e Gabriel

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Jolline e Gabriel

Da amizade ao noivado

Nossa trajetória desde o primeiro olhar até o noivado. Nas duas versões.

A HISTÓRIA CONTADA POR ELA:

Confesso que não sou muito boa em escrever histórias, mas vamos lá... vou me esforçar.

Conheci o amor da minha vida no dia dois de janeiro de 2011, no aniversário do pai do Gabriel. Fui passar o ano novo em Santos-SP e minha prima já namorava o Renan - para os que não sabem, meu cunhado. Ela me convidou para irmos na festa de aniversário do pai dos meninos. Chegando lá, quando o vi foi amor a primeira vista, sim... juro para vocês que no dia que conheci ele, me apaixonei.

Nessa noite apenas trocamos olhares - o Gabriel vai jurar que não, que foi somenente eu que olhava - e poucas palavras, nada mais do que um: "prazer em conhecer você." Ao me deitar na cama, já não conseguia tirar ele da cabeça - vou parar de contar esses detalhes, se não meu noivo vai se achar muito. Acontece que também mexi com ele, porque na mesma semana alguém já me procurou nas redes sociais, naquela época, o Orkut.

Daquele mês de janeiro em diante, nos tornamos amigos, sim, amigos mesmo... Passávamos horas na frente do computador teclando, muitas vezes madrugadas inteiras - e eu amava isso. Fui para lá no carnaval do mesmo ano e foi a partir desse carnaval que iniciamos uma história linda, que permanece até hoje.

Penso que muitos não acreditavam que chegaríamos tão longe, talvez até a gente duvidasse e, olha só... É impossivel me recordar de um só momento bom ou marcante, pois nesses cinco, quase seis anos juntos, vivenciamos tanta coisa, que cada uma tem sua importância! Foram momentos alegres, tristes, conquistas e muitos desafios, a distância é um deles, mas vencemos e superamos tudo. 

Especialmente para você, vida:

Meu amor, saiba que eu me apaixono todos os dias por você e pelo seu jeito de ser que eu tanto admiro! Você me conquista diariamente! É difícil de te dizer, o quão feliz você me faz só por existir e participar da minha vida! Te amo e agradeço todos os segundos por poder estar ao seu lado! Desejo que este passo importante que estamos dando, seja o início de uma longa vida que temos pela frente! Obrigada por me amar tanto e cuidar de mim! Que Deus continue a abençoar nosso relacionamento! Eu te amo, Gabriel!

 

A HISTÓRIA CONTADA POR ELE: 

O ano era 2011, janeiro o mês, segundo dia (Esse ano chegou chegando! rs). Como boa parte de vocês sabem, o reveillon mal termina e já temos outra festa: O aniversário do meu pai. Foi aí que tudo começou. Mais ou menos... Porque antes, bem antes, eu já havia visto fotos da menina que eu nem sonhava que um dia seria minha futura esposa, - e eu já a achava linda - quando o Renan foi passar as férias no mundo gelado de Curitiba.

Mas a história começa mesmo naquele dia dois de janeiro, quando a Thaiane e a Nathassia resolveram levar a Jolline no aniversário do velhinho.
Quando ela chegou, eu vi uma garota bem mais bonita do que nas fotos, uma montanha de areia que meu caminhão teria que fazer muitas viagens pra carregar. Quando ela chegou pra me cumprimentar, só saíram duas palavras: "Prazer, Gabriel". Não ia fazer muita diferença falar algo além disso, afinal, a mina era muito gata, bem arrumada, cheirosa e com um sorriso de miss universo. E eu um maloqueiro, com o cabelo raspado e bermuda tactel. Só ficou estranho quando eu, numa das pontas do sofá, assistindo Pânico na TV, percebia na visão periférica uma patricinha me filmando do outro lado do sofá. 
Mas não passou disso...

Até que uma semana depois, chegando em casa e entrando no saudoso Orkut, uma solicitação de amizade. Sim, era ela! 
E aí foi partir pra cima no MSN, onde confesso que era o meu forte! haha
Fomos nos conhecendo, um elogio aqui, outro ali, e assim só aumentava a vontade de nos vermos novamente.

Foi em março, no carnaval, que nós pudemos finalmente nos olhar e conversar mais que duas palavras. A conversa já fluia bem, já haviamos quebrado todo o gelo à distância. A Jolline veio pra Santos, e na época eu ainda morava em PG, e a motoquinha que viria a ser o nosso meio de transporte futuramente, ainda era do Régis. Então no primeiro dia que ela havia chego, ainda não nos vimos. No dia seguinte, ela veio e fomos ao shopping... Tava meio travado, meio desengonçado, e foi na praça de alimentação, na frente do Mc Donalds que ela resolveu tomar a iniciativa. Foi aí nosso primeiro beijo. Ficamos juntos todos os outros dias, não me preocupava no que viria depois que ela tivesse que voltar - até o último dia.

Chorando como duas crianças, terminamos o dia que eu ganhei um chip da Tim - que poderia, facilmente, ser o número com mais horas de chamadas a longa distância do Brasil - e um pingente com um J. Resumindo, um chip e uma coleira, ela queria mesmo marcar território. E pra mim tava ótimo. 
No dia seguinte ela foi embora, e eu nas aulinhas do CFC. Só podia imaginar como ela estaria dentro daquele ônibus...

A partir daí foram muitas idas felizes e voltas tristes. Cada vez mais me apaixonando pela cidade nova e conhecendo muita gente legal. E claro, aguentando os comentários mais desnecessários de várias pessoas que não se conformavam como um namoro a distância poderia dar certo. Bem, aqui estamos!

Não foi nada fácil. E quanto mais o tempo passava, mais aumentava a vontade de acabar com a distância. Foram quatro anos depois que decidimos começar a colocar em prática aquilo que sempre sonhamos: Nosso casamento.

O pedido não foi nem um pouco como eu planejava. A dificuldade de esconder algo da Jolline é imensa. Então, podemos dizer que eu resolvi fugir um pouco do óbvio. O pedido veio numa manhã de domingo, assim que acordamos. O brilho nos olhos dela era maior do que eu poderia imaginar e respondeu mais do que quaisquer palavras.

O noivado acontecera alguns meses depois, com a presença dos nossos pais, em Santos. Apesar de um almoço simples entre nós seis, deixamos a emoção falar mais alto, e recebemos a benção e o apoio dos nossos pais num dia bem bonito.